REGULAMENTO DAS COPAS CENTRO E FRONTEIRA SUL - EDIÇÃO 2008

R E G U L A M E N T O

TÉCNICO E DESPORTIVO

Art. 1º - As Copas Fronteira Sul e Centro Sul de Veloterra 2008 será realizada pela RigolCompetições, como a entidade responsável tecnicamente e desportiva pela competição, de acordo com o presente regulamento.
Art. 2º Pilotos: As Copas Fronteira Sul e Centro Sul de Veloterra 2008 será aberta a todos os pilotos que gozem de condições físicas , motos de acordo com o regulamento, e com equipamentos de segurança.
  Parágrafo Único: As Copas Fronteira Sul e Centro Sul de Veloterra 2008 será realizada em um mínimo de 08 etapas e no máximo 10 etapas cada.
Art. 3º - Classes: As Copas Fronteira Sul e Centro Sul de Veloterra 2008, será disputado nas seguintes classes:
  200cc 4T - Motos Nacionais, de até 200cc 4T mecânica liberada e participação livre de qualquer piloto. 85cc importadas 2 t. pilotos ate 15 anos sem títulos, iniciantes.
2 tempos até 180cc - Motos Nacionais até 180cc 2T e agrale ou até 230cc 4T, participação livre de qualquer piloto.
Trilheiros – Motos Nacionais até 250cc 4T, participação de piloto que não possuam títulos e experiência em veloterra.
Força Livre Nacional/85cc - Motos Nacionais com cilindrada livre - participação livre de qualquer piloto.- Motos de 85cc importadas 2T.
230cc 4 tempos - motos nacional com até 230 cc , 4 tempos.
Força Livre Especial – Motos Nacionais ou Importadas com cilindrada livre.
Master Importadas - Motos nacionais com cilindrada livre, ou importadas de até 450cc, pilotos que completem 35 anos em 2007.
Master Nacional – Motos nacionais com cilindrada livre, pilotos que completem 35 anos em 2007.
Over nacional - pilotos acima de 40 anos com moto nacional.
Infantil - pilotos até 12 anos, moto liberada
Art. 4º - A duração, ordem e horário das largadas será a seguinte:
  4 T até 200cc
Bateria de10 min + 2 v
13:30 hs
 
Infantil
Bateria de 8 min + 2 v
13:55 hs
Trilheiros
Bateria de10 min + 2 v
14:10 hs
Over
Bateria de10 min + 2 v
14:35 hs
230cc
Bateria de12 min + 2 v
14:55 hs
2 T até 180cc
Bateria de10 min + 2 v
15:15 hs
Máster importadas
Bateria de12 min + 2 v
15:40 hs
Força Livre Nacional
Bateria de12 min + 2 v
16:10 hs
Master Nacional
Bateria de10 min + 2 v
16:35 hs
Força livre
Bateria de12 min + 2 v
16:40 hs
entrega da premiação, após cada bateria.
Parágrafo Primeiro: Qualquer das classes previstas, não atendendo às disposições regulamentares e em decorrência do número de inscritos, poderá ser suspensa definitivamente, independentemente do número de etapas do campeonato já realizadas.
Parágrafo Segundo: A Ordem das largadas será a mesma durante todo o campeonato e somente em decorrência de condições climáticas desfavoráveis caberá alteração.
Parágrafo Terceiro: Todo piloto inscrito deve, obrigatoriamente, realizar ao menos um treino.
Art. 5º - A programação do evento, com ordem das largadas, deverá estar fixada até o final do último treino de domingo, no quadro de avisos, obedecendo ao número de pilotos e informando se haverá classificatórias para qualquer categoria. Um Briefing com os pilotos, explicando a programação e regulamentos, deve acontecer após os treinos.
Art. 6º - Regulamento Técnico:
a) Classe 200cc 4T: 1. Permitido o uso de Motocicletas Nacionais com suspensão traseira tipo bi choque ou mono choque de até 200cc 4T,(entende-se como Nacional quando considerada pela Lei Brasileira como fabricadas no Brasil);
2. Permitido o intercâmbio de componentes entre as motos que obedeçam a este regulamento;
3. Quando o item é considerado “livre” permite-se o uso de componentes importados ou de motocicletas nacionais fora deste regulamento;
4. Por definição entende-se como item original quando as dimensões e forma são as mesmas das adotadas pelo fabricante da motocicleta. É facultado ao júri da prova deliberar em caso de dúvida;
5.
Suspensões dianteiras e traseiras os componentes internos são “livre”.
6. Aros “livres”;
7. Pneus “livres”;
8.
Quadro “livres”;
9. O escape deverá estar do lado original, ter um comprimento mínimo que alcance o eixo da roda traseira e ou a parte trazeira da motocicleta.
10.
Carburador livre
11.
Caixa de filtro de “livres”;
12. Permitido alterar ou substituir guidão, pára-lamas, carenagens, pedais, assento, coroa, pinhão, corrente;
13. Motor de 200cc com tolerância de 3%. Partes externas não podem ser modificadas. Partes internas podem ser modificadas.
14. Demais itens não mencionados devem permanecer originais;
b) Classe Nacional até 180cc 2T e até 200cc 4T: 1. Permitido o uso de motocicletas nacionais (definida pela lei brasileira como fabricadas no Brasil);
2. Permitido o intercâmbio de componentes entre as motos que obedeçam a este regulamento;
3. Quando o item é considerado “livre” permite-se o uso de componentes importados ou de motocicletas nacionais fora deste regulamento;
4. Suspensões,aros, cubos, quadro, permitido modificações e substituições de acordo com o item 2;
5. Pneus “livres”;
6. Escape “livre” não podendo ultrapassar 102 dbA de nível de ruído medidos a 6650 rpm e distante 4m da saída do escape. O escape deverá alcançar distância mínima a 10 cm do eixo traseiro;
7. Carburador “livre”;
8. Caixa e filtro de ar “livre”;
9. Sistema de ignição “livre”;
10. Motores com tolerância de 3%; partes externas permitido modificações e substituições de acordo item 2. Partes internas “livres”;
11. Permitido o uso de gasolina ou álcool (exceto metilico). Proibido o uso de nitro metano;
c) Classe Força Livre, Infantil e Master importadas: 1. Motos nacionais de qualquer cilindrada e importadas ate 450cc
d) Classe Trilheiros: 1. iden a categoria Força Livre Nacional (letra f)
e) Classe 230cc 4T: 1. motos nacionais de ate 230cc 4 tempos, mecânica liberada.
f) Classe: Força Livre Nacional e Máster Nacional: 1. Permitido o uso de qualquer moto nacional e ate 85cc 2 t importada.
2. Permitido o uso de gasolina ou álcool ( exceto metilico ). Proibido o uso de nitro metanol
g) Itens Gerais: 1. É facultativa a remoção de bateria, chicote e interruptores elétricos, sistemas de lubrificação forçadas (incluindo o tanque de óleo) e relês;
2. Permitido alterar ou substituir guidão, pára-lamas, carenagens, pedais, assento, coroa, pinhão, corrente;
3. Pedaleiras podem ser reposicionadas, mas devem estar colocadas adiante da roda traseira. Podem ser do tipo retrátil, mas neste caso devem ter um dispositivo que as faça retornar automaticamente para a posição normal, e uma proteção integral deve ser colocada na sua extremidade e esta ter um raio esférico sólido de mínimo 8mm;
4. Obrigatório retirada de farol, piscas dianteiro/traseiro, espelhos retrovisores, cavalete central e lateral, pedaleiras traseiras (garupa), lanterna traseira, velocímetro, buzina;
5. É obrigatório o uso de botão ou chave corta corrente, do tipo original onde, (modelo cross ou similar) e o mesmo tem que obrigatoriamente ser alcançado com o dedo polegar da mão direita ou esquerda;
6. O punho do acelerador deve se fechar automaticamente ao ser solto, e necessariamente as manoplas deverão revestir as extremidades do guidão;
7. Os manetes devem ter uma esfera sólida de no mínimo 18 mm de diâmetro na sua extremidade;
8. É obrigatório o uso de protetor de pinhão para todas as categorias;
9. O abastecimento de combustível somente poderá ser executado nos boxes, ou na área de pit-stop com a motocicleta desligada.
Art. 7º - Das Inscrições:
 

1. Ao realizar a inscrição, o piloto receberá três credenciais, sendo uma para PILOTO, uma para MECÂNICO. As credenciais serão afixadas pela secretária da prova e exigidas para entrada na pista, tanto nas provas quanto nos treinos.
2. A taxa de inscrição para as Copas Fronteira Sul e Centro Sul de Veloterra 2008, será de R$ 25,00 para a 1ª inscrição, de R$ 10,00 para a 2ª inscrição e R$ 5,00 para as demais.
3. Ao assinar a ficha de inscrição o piloto declara ser conhecedor do presente Regulamento, e assume a responsabilidade de cumpri-lo;
4. Os pilotos ao assinarem a ficha de inscrição eximem o clube organizador, a Rigol Competições como promotora organizadora, seus diretores e auxiliares, bem como patrocinadores, de qualquer responsabilidade civil e penal;
5. Atos cometidos pelo piloto ou membros de sua equipe, serão de responsabilidade única e exclusiva do piloto inscrito e estarão sujeitos às penalidades deste regulamento, e demais textos legais aplicáveis.
6. Somente 01 (uma) pessoa por piloto terá acesso à pista. A não observação a este item, poderá acarretar a desclassificação do piloto;
7. EMERGÊNCIA: Caso o piloto necessite remoção, o mesmo será encaminhado ao Pronto Socorro mais próximo, com retorno imediato da ambulância à pista. As despesas decorrentes da internação são de responsabilidade do piloto, ou de seu responsável, não havendo nenhum vínculo financeiro com patrocinadores, promotores ou organizadores.
8. O piloto inscrito, que permitir que outro piloto participe da prova com seu nome, utilizando sua inscrição, será desclassificado da prova onde for verificada a infração e automaticamente punido com suspensão da próxima prova.
9. Limites de idade:
a) Máster Nacional 35 Anos – Pilotos com que completem 35 anos em 2008 ou idade superior.
b) Máster Importadas 35 Anos– Pilotos com que completem 35 anos em 2008 ou idade superior.
c) Over - Pilotos com que completem 40 anos em 2008 ou idade superior.

Art. 8º - Das Vistorias ou Verificações Técnicas: Serão feitas obrigatoriamente dentro dos horários divulgados, sempre antes da motocicleta participar de qualquer treino ou prova.
  1. Todas as motocicletas devem ter três placas de forma elíptica, medindo aproximadamente 235 X 285 mm, com o número do piloto e nas cores previstas a baixo:
• Força Livre Nacional, 4T ate 200cc – 180cc - trilheiros - fundo vermelho com número branco
• 125cc importadas – força livre fundo preto com número branco
• máster nacional – De acordo com a motocicleta em uso.
• máster importadas – De acordo com a motocicleta em uso.
2. Os números devem ter as seguintes dimensões mínimas: altura de 170 mm e largura do traço de 40 mm.
3. Todos os pilotos devem ter o número na parte dorsal de sua vestimenta em tonalidades contrastantes para fácil visibilidade e leitura. Devem ser costurados ou pintados. Não podem ser colocados.
4. Na placa dianteira, caso seja do tipo tela, deverão ser afixados números de material rígido e deverá ter inclinação idêntica a suspensão dianteira. Os números têm que ser cheio sendo vedado o uso de número vazado;
5. Para as COPAS FRONTEIRA SUL E CENTRO SUL DE VELOTERRA 2008, os numerais terão preferência para os pilotos que efetuarem sua inscrição na 1ª etapa, e efetivamente pontuarem nesta. Os demais casos serão resolvidos pela ordem dos melhores resultados em campeonatos anteriores.
6. É obrigatório apresentar na vistoria técnica da motocicleta, a vestimenta com número da moto, ficha de inscrição e capacete.
7. As motocicletas inscritas poderão ser vistoriadas a qualquer momento, antes, durante e depois da prova, por quem de direito, podendo o piloto ser desclassificado no primeiro e no segundo caso de irregularidade e excluído no terceiro. As motocicletas que estiverem em desacordo com as especificações técnicas serão desclassificadas sem prejuízo de outras sanções mais graves.
8. A abertura de motores referente a verificação técnica, deverá ser feita pelo mecânico do próprio piloto, ou pessoa de sua responsabilidade, cabendo ao Vistoriador Oficial, designado pela Organização do Campeonato, única e exclusivamente fazer as devidas medições necessárias. Sobre esta verificação realizada, não cabe nenhuma forma de remuneração ou pagamento aos pilotos envolvidos, sendo está unicamente de caráter Técnico e Desportivo. Caso algum piloto optar por não permitir a realização da Verificação, fica o mesmo automaticamente desclassificado do seu resultado obtido e penalizado com a não participação da próxima etapa do Campeonato. Em caso de ser verificado irregularidade na motocicleta verificada, também fica automaticamente o piloto desclassificado do seu resultado obtido e penalizado com a não participação da próxima etapa do Campeonato.
Art. 9º - Deveres do Piloto:
  1. Um piloto poderá ter ate 3 patrocinadores por cada prova, que será divulgado no serviço de som e colocação no site.
2. Os pilotos deverão estar obrigatoriamente de capacete antichoque, luvas, óculos de proteção ou viseiras, calçado adequado (bota), calça comprida, camisa de manga longa, estando sujeito a não competir aquele que não estiver adequadamente equipado.
3. É dever de todo piloto e membros de sua equipe, conhecer o presente o regulamento e respeitas as disposições constantes.
4. Dar passagem aos concorrentes que estiverem em condições de fazê-la mantendo o mais alto espírito esportivo, antes, durante e depois das competições;
5. Caso abandonar a prova, o piloto deverá retirar a motocicleta da pista e deixá-la em lugar que não constitua perigo para outros participantes;
6. Utilizar capacete sempre que pilotando qualquer motocicleta;
7. Fica proibido o tráfego de motos fora das áreas autorizadas e sinalizadas. É absolutamente proibido trafegar em sentido contrário da pista, sob pena de exclusão da prova (exceto com autorização do diretor da prova);
8. É passível de desclassificação o piloto que for flagrado consumindo bebidas alcoólicas dentro dos horários oficiais do evento. A Organizadora do evento poderá adotar a qualquer momento o uso de dispositivos para verificação de doping.
9. Atos de indisciplina, praticar vias de fato, ofender moralmente, manifestar-se de forma desrespeitosa, gestos de provocação, atitudes de menosprezo para com pilotos adversários, autoridades constituídas da prova e ligadas ao motociclismo causarão desclassificação imediata da prova e suspensão da etapa seguinte, bem como penalização e multa aplicada ao infrator;
10. As multas terão valor inicial 01 (um) salário mínimo vigente e crescente de acordo com a gravidade da transgressão;
11. A penalização pode ser de até 720 dias ou eliminação definitiva de qualquer evento organizado pela Rigol Competições.
  Parágrafo Único: DIREITO DE IMAGEM: Autorizo a titulo gratuito desde já a exibição em todo o território nacional e fora deste de qualquer imagem referente a minha pessoa, desde que relacionadas com os eventos da Promotora desta Copa. Nada tendo a reclamar quanto a veiculação em mídia, folhetos, encartes, anúncios, cartazes , imagens, fotos ou outra forma de divulgação referente ao motociclismo.
Por esta ser a expressão da minha vontade declaro que autorizo o uso acima descrito sem que nada haja a ser reclamado a título de direitos conexos à minha imagem ou a qualquer outro, e assino a presente autorização, bem como declaro estar ciente da mesma.
Art. 10 – Direito do Piloto:
  1. Qualquer sugestão referente ao Campeonato, regulamento ou competições deverá ser entregue por escrito e assinado pelo piloto ao Promotor e este terá 15 (quinze) dias para analisar o documento e deliberar sobre o mesmo;
2. O não cumprimento deste regulamento pela Promotora Organizadora ou autoridades que representam a mesma, permite ao piloto contestação escrita perante a própria. Não é permitida manifestação pública antes de haver reclamação oficial e decorrido o prazo de 15 (quinze) dias;
Art. 11º - Das Provas e Pistas:
  1. Serão realizadas em pistas vistoriadas pela equipe técnica da RIGOL COMPETIÇÕES, até 07 (sete) dias antes do primeiro treino oficial.
2. As pistas para serem homologadas terão que preencher os requisitos mínimos exigidos pela Comissão Técnica da Promotora como: cerca na pista, segurança, torre de cronometragem, largura mínima 08 metros, extensão mínima 900 metros e demais itens constantes no Check-list da Promotora.
Obs: Tempo mínimo de volta 55 segundos.
3. Deverá ser reservada no motódromo uma área única para que reparos durante a prova possam ser realizados ( PIT STOP). As únicas pessoas autorizadas a ficar nesta área específica são os mecânicos da bateria que estiver sendo realizada.
4. A pista deve ter um local reservado e de fácil acesso para ambulância, bem como ter acesso para caminhão pipa.
5. Somente obterá classificação, pontuação e premiação, o piloto que percorrer no mínimo 50% (cinqüenta por cento) de voltas do primeiro colocado.
6. O número mínimo de participantes, para que seja dada a largada é de 06 (seis) motocicletas. Não havendo este número, a organização poderá juntar outras categorias, e classificar separadamente. Sendo impossível o agrupamento, por excesso de participantes em outras categorias, a categoria em questão terá a etapa cancelada.
7. Se as dimensões da pista puderem interferir nos trabalhos de cronometragem, o número de pilotos a largar pode ser alterado. A decisão cabe ao Júri da Prova.
8. O piloto que não estiver classificado cabe exclusivamente ao Júri de Prova, definir em que grupos este piloto vai ser colocado, buscando sempre o equilíbrio técnico entre os grupos.
9. Havendo baterias classificatórias, a formação do Grid da prova final será feita pela ordem do resultado final das mesmas. Não será neste caso observado o resultado do Campeonato. Em caso de realização de baterias classificatórias, haverá bateria de repescagem. No caso de não haver classificatórias, os pilotos sem pontos no Campeonato, obedecerão a ordem de chegada no parque fechado.
10. Em caso de mudança de horário por força maior, ou motivos técnicos, o clube organizador deverá comunicar imediatamente pelos meio disponíveis a todos os pilotos, bem como aos chefes de equipe e ao público.
11. Os cinco primeiros colocados da prova devem manter a disposição da direção técnica da prova, suas motocicletas, até 15 (quinze) minutos após a divulgação dos resultados oficiais. Os pilotos devem estar informados do local para permanência das motos.
12.Se no decorrer de uma prova, uma motocicleta apresentar defeitos ou perda de qualquer peça que constitua perigo ao piloto ou seus concorrentes, cabe ao diretor de prova decidir por sua desclassificação.
13. O Diretor de Prova tem o direito por medida de segurança, ou outro caso de força maior, de suspender a competição, cancelar parte ou toda a prova.
14. Se a prova for cancelada, antes de ter sido completada, a metade do número previsto de voltas, ou metade do tempo completado pelo piloto que se encontrar em primeira posição. A Competição será reiniciada e a posição de largada será a mesma da largada anterior.
15. Se a Competição for suspensa num estágio posterior, os resultados que contam são os da penúltima volta do líder da prova. Concorrentes receberão os pontos e prêmios integrais constantes do Regulamento. Se por motivos de força maior a prova não for reiniciada, e tiver acontecido menos de 50% da prova, a prova será anulada.
Art. 12 – Do Procedimento de Largada: O procedimento a ser aplicado na zona de espera, antes de cada largada, será o seguinte:
  1. 10 (Dez) minutos antes da largada, a zona da espera será fechada. Todas a motocicletas devem estar na zona de espera, e a penalidade para esta violação exclusão da bateria a ser realizada, independentemente da largada a ocorrer.
2. 5 (Cinco) minutos antes da largada, permanecerão na zona de espera apenas os pilotos e 1 (Um) mecânico por piloto.
3. Após decisão do Diretor de Prova, os pilotos deverão deixar a zona de espera, deslocando-se para o alinhamento no gate de largada. O mecânico deverá permanecer na zona de espera ou pit stop.
4. Se o piloto tiver um problema mecânico no gate de largada, ele deverá aguardar por assistência. Após a largada ele poderá receber assistência de seu mecânico apenas em sua posição de largada. A penalidade para esta violação do regulamento é a exclusão da bateria que está sendo realizada.
5. A largada será feita com os motores em funcionamento. O comissário levantará uma bandeira verde, momento a partir do qual garantirá que as condições para a largada estejam cumpridas.
6. A partir de então o comissário levantará uma placa com “15 segundos”. No final dos 15(Quinze) segundos, ele levantará uma placa com “5 segundos” e a largada será dada em até 10 (dez) segundos depois de mostrada a placa de “5 segundos”.
7. É proibido o uso de qualquer artifício que não o original, para ligar a motocicleta no gate de largada.
8. A área do gate de largada será preparada de modo consistente, dando condições tão iguais quanto possível para todos os pilotos. Somente autoridades da prova e fotógrafos estarão autorizados a permanecer nesta área. Os pilotos estão autorizados para preparar a área atrás do gate, contanto que nenhuma ferramenta seja usada ou assistência externa seja fornecida.
Art. 13 – Dos Troféus por Prova:
  1. Caso haja protesto e/ou reclamação, estes serão julgados pelo Júri da Prova, em decisão Fundamentada e só então a premiação e troféus serão entregues. Porém, não sendo possível decidir no dia da competição, a premiação e troféus ficarão em poder da Promotora e somente serão entregues após o julgamento pelo júri de prova.
Art. 14 – Dos Protestos e Desclassificações:
  1. Somente o piloto inscrito terá o direito de formalizar protestos de natureza técnica e desportiva. Protestos deverão ser apresentados por escrito e entregues ao diretor da Prova, em itens individuais em até 15 (quinze) minutos após a divulgação dos resultados, que serão julgados pelo Júri da Prova.
2. Sendo procedente o infrator será penalizado conforme determinação do Júri.
3. O protesto deverá ser acompanhado de uma Taxa de R$ 500,00, que só será devolvida ao reclamante se a reclamação for julgada procedente.
4. No caso de ser improcedente, a Taxa de protesto reverterá à Promotora Organizadora, que repassará ao piloto protestado 50% do valor, e 50% incorporará ao seu caixa.
5. O piloto infrator além de desclassificado da bateria ou prova, será impedido de competir na seguinte bateria ou prova. Se o piloto reclamado não permitir a verificação técnica, o mesmo será desclassificado daquela prova e impedido de participar da etapa seguinte.
6. Em caso de menor, deverá ser seu representante legal.
Art. 15 – Da Classificação Final Do Campeonato:
 

1. Para classificação final do Campeonato, serão atribuídos ao piloto, todos os resultados obtidos nas competições realizadas pela Promotora ( cada copa terá sua pontuação independente)
2. Em caso de empate será decidido pelo piloto que tiver o maior número de vitórias, caso persista o empate, em favor daquele que tiver o maior número de segundo lugares e assim sucessivamente. Caso ainda persista o empate, será decidido pelo melhor resultado da última etapa;
3. A pontuação para cada classe será como segue:
1º 20 pontos; 2º 17 pontos; 3º 15 pontos; 4º 13 pontos; 5º 11 pontos; 6º 10 pontos; 7º 9 pontos; 8º 8 pontos; 9º 7 pontos; 10º 6 pontos; 11º 5 pontos; 12º 4 pontos; 13º 3 pontos; 14º 2 pontos; 15º 1 ponto.
4. Será considerado Campeão o piloto que somar maior número de pontos ao longo do Campeonato.
5. O primeiro e segundo colocado de cada categoria, farão jus, ao final do Campeonato, ao título de campeão e de vice-campeão. Recebendo troféu e certificado.

Art. 16 – Das Autoridades:
  Parágrafo Único: Em cada prova das COPAS FRONTEIRA SUL E CENTRO SUL DE VELOTERRA 2008, haverá as seguintes autoridades designadas pela Promotora: Júri de Prova, Diretor de Prova, Cronometragem, Equipe de Secretaria, os quais constarão do regulamento suplementar de prova.
Art. 17 – A Sinalização Das Provas deve ser executada por pessoas preparas para tal, e será feito por meio de bandeiras, como segue:
 
Bandeira:
Significado:
 
Vermelha, Agitada: Parada Imediata da prova, dirija-se ao pit-lane
Preta e um Quadro com número do piloto Piloto indicado deve parar no Pit-Stop
Preta com branca (metade de cada cor) Advertência por atitude anti desportiva
Amarela, Agitada: Perigo devagar, proibido ultrapassar.
Azul, Agitada: Atenção de Passagem
Branca com cruz vermelha Pessoal ou Veículo de Serviço Médico na pista
Verde Pista Livre
Quadriculada Preta e Branca, Agitada: Fim de Prova ou Treino
Art. 18 – Os Casos Omissos não previstos neste Regulamento, dúvidas de interpretações, serão decididos pelo Árbitro da Prova, sempre fundamentados no presente regulamento, no direito e no bom senso.

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